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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Ibero Vespa 2017




Numa inédita emissão via internet a partir da sede em Lisboa, o Vespa Clube anunciou que o 20º IberoVespa terá lugar em S.Pedro do Sul.

Aparentemente o Facebook também queimou o prato de bobines, o que fez com que as emoções do momento só pudessem ser vividas na Rua do Embaixador, acompanhadas de uma cerveja gelada.

O VCL fez regressar o evento à sua data mais tradicional, junto ao feriado do 13 de Junho em Lisboa, e aproveitando o feriado móvel do corpo de Deus, na quinta feira anterior ao início do programa. O que significa que coincide com as datas reservadas do Portugal de Lés a Lés, já marcadas na minha agenda para outros Iberos.

Sendo assim, estarei uma vez mais impedido de participar (e nem é por acumulação de amarelos) no evento maior do meu clube (raios!), depois de um 19º Ibero desfasado no calendário, em que tive o prazer de marcar presença.

Este 20º promete, com estradas de cortar a respiração na região em volta da Freita e de Arouca, que aproveito para recomendar vivamente. Estive em 2016 numa saborosa volta a solo por aquelas paragens, deixo-vos com algumas imagens do que poderiam encontrar, não fossem os criminosos incêndios do Verão de 2016. 

A natureza, entretanto, fará o seu trabalho.

Se a deixarem.

As estradas são as mesmas. Levem bons pneus e aproveitem!



sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Ibero Vespa 2015 - Costa Alentejana (II)





Roupa no estendal e uma Vespa no descanso lateral em contraluz. 

Três cores fortes assistem na primeira fila a uma reparação no centro da arena.

Um capacete de fabrico português e homologação DGV encabeça um iglo num quadro pintado de toalhas.

Escolham o vosso postal do Ibero Vespa.







































segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Ibero Vespa 2015 - Costa Alentejana





O encontro ibérico anual organizado pelo Vespa Clube de Lisboa nunca desilude. 

Depois de quatro anos ausente, tive oportunidade de voltar e encontrei mais de duzentos vespistas ávidos por explorar a beleza natural da costa alentejana, de preferência com as mãos no guiador da Vespa. 

Nota relevante para as cerca de quatro dezenas de espanhóis presentes, o que emprestou um colorido verdadeiramente ibérico ao grupo. 

Três dias de descontracção e bom tempo, com a base de operações montada no parque de campismo de Santo André, o labor impecável da organização liderada pelo João Máximo, e a flexibilidade habitual para todos os que quiseram gozar a luz alentejana. A do sol e a da discoteca improvisada no bar junto à praia. 

Como sempre nestes encontros de mais de um dia, há tempo para tudo. Até para produzir umas chapas do cenário campista antes que todos os outros se levantem das tendas. 

Espero não ter que esperar mais quatro anos para conseguir ir ao próximo.  





















sexta-feira, 12 de abril de 2013

Ibero Vespa 2013 em Tomar

 


Mais um belíssimo cartaz a anunciar publicamente o local onde se realizará o evento anual mais participado do Vespa Clube de Lisboa. A terra dos templários, Tomar, vai receber os Vespistas Ibéricos no fim de semana de 1 e 2 de Junho. Infelizmente, para mim é demasiado próximo do Lés a Lés 2013.
 
 

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Rali Luso Espanhol 1963



Por vezes a Vespa consegue ser uma inesperada escola de iniciação à  competição.

Estava longe de imaginar que o multicampeão português de velocidade Ernesto Neves, personagem com um fulgurante palmarés de nove títulos nacionais nas competições automóveis em Portugal entre os anos de 1966 e 1973, se estreou nas corridas com uma Vespa GS.

Sob o patrocínio do Vespa Clube de Lisboa, e organizado pelo Clube Atlético de Queluz, realizou-se em 1963 o Rali Luso Espanhol em Vespa. Ao contrário do actual Ibero Vespa, o Rali Luso Espanhol não era um passeio. Era uma prova competitiva de regularidade que ligava Almada à Costa da Caparica, numa extensão de quarenta quilómetros, segundo rezam as crónicas de imprensa da época.

Neves ganhou, ostentando o número treze no escudo da GS que servia como estafeta no escritório da família. O estreante e futuro campeão beneficiou ainda do facto de utilizar a única GS 160 na prova.

Curiosamente, o Rali apenas teve dezanove concorrentes, sendo que a comitiva espanhola que conferia carácter ibérico à competição acabou por não alinhar. Chegaram tarde ao local da partida (!).



Imagens da fotobiografia autorizada de Ernesto Neves em nenemotos.blogspot.com

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Maçãs de Montanha - Ibero Vespa 2011



O cenário soberbo do alto do Monte de S. Domingos, de onde a vista alcança Lamego e a Régua, com o Marão em fundo, deverá ter inspirado o Vespa Clube de Lisboa para escolher Armamar como anfitrião do Ibero Vespa 2011. Armamar é terra que olha o Douro a partir do planalto. As paisagens de vinhedo em socalcos, a norte, contrastam com o ambiente beirão a sul, feito de searas e serras, com predominância dos afamados pomares da região, berço da sua maçã de montanha. Por coincidência feliz, a maçã trincada é também uma das imagens de marca da Vespa.

Estando de férias cá dentro, previa regressar ao convívio do Ibero Vespa depois de um ano de ausência, chegando cedo, e partindo também antes da caravana, no Domingo de manhã. Fiz a viagem para Armamar na alvorada do dia zero, uma sexta-feira útil, aprazível para fazer correr o tapete de alcatrão por baixo da scooter, acrescentando amigos à medida que ia parando nas estações: Daniel nas Caldas da Rainha, Marrazes e Sónia na Marinha Grande, e Mauro em Leiria, onde me esperava o melhor café do fim-de-semana no Ócio.

A conferir cor e graça a uma caravana com três Vespa, automáticas, e brancas (!), só uma Helix poderia evitar um improvável cenário de um quarteto de aspiradores brancos italianos. Fi-lo num acto de insubordinação consciente, com vista a evitar uma imagem de preocupante simetria nas estradas nacionais que acolheriam a nossa passagem. O facto de se tratar de um encontro Vespa não me coibiu de transgredir, até porque desconfio que o Vespa Clube de Lisboa gosta da minha Helix. Veremos se o clube aqui aparece para o desmentir.

Dos três dias oficiais do evento, desfrutei apenas de um, Sábado. Curto mas intenso, pois foi o suficiente para saudar alguns amigos de velhas caminhadas, conhecer e também rever a significativa representação de nuestros hermanos. Sentir-me em casa no camping,  participar no programa, desprogramar e improvisar um passeio com um grupo pequeno de amigos, descobrindo tesouros paisagísticos que o acaso, a beleza da região, e algum faro intuitivo nos proporcionaram.

Do cardápio fez também parte espremer a T5 do Paulo quase ao limite. Definitivamente não aconselhável a quem tenha acabado de provar os néctares da região! A marcha do tempo não me permitiu fruir mais, nem sequer pisar as variantes da N222, que tantas e tão boas curvas oferece a quem aprecia a sensação de inclinação em duas rodas.

Mas das minhas limitações de calendário não tem culpa o VCL, que mais uma vez fez um trabalho que merece ser saudado e enaltecido.

Arranquei de Armamar ainda na noite de Sábado, a solo, com a lua cheia por companhia, a clarear-me quatro horas e um quarto de viagem até casa, madrugada fora. Curto, mas bom. 
     








 











































terça-feira, 5 de maio de 2009

Já viste´xisto ?! - IberoVespa 2009



Quem me conhece sabe que não sou um entusiasta de passeios de Vespa organizados. Com horários, lanches e filas indianas tão típicos das dezenas de encontros Vespistas que brotam como a flor das amendoeiras na Primavera.

Há, contudo, e como sempre, uma excepção a esta regra: os encontros do Vespa Clube de Lisboa. Boa parte dos elementos do VCL fazem um esforço sério para não só organizar, mas principalmente acolher e integrar de mente aberta quem tenha sido recentemente picado. Sem complexos. O que talvez ajude a explicar o seu sucesso e abrangência actuais. Sendo o mais antigo Vespa Clube português (nasceu em 1954, tem quase a idade da Vespa) não está envelhecido, fechado sobre si mesmo, mas antes ávido por receber sangue novo, com uma energia e vitalidade contagiantes.

Esse foi um dos motivos que me levou a acordar às seis da manhã de sábado e rumar a Arganil para o 13º IberoVespa. Estava avisado que convinha comparecer à festa de bigode, mas levantar áquela hora pareceu-me penitência suficiente. Por aqui também se vê quão arejado é o ambiente, ainda que o cheiro a mistura seja dominante.


Outro foi ter oportunidade de desenhar as várias serras da belíssima Serra do Açor com o traço da Helix. Não, não é uma provocação aparecer de Helix num evento de Vespas. Por estas bandas isso também é encarado com fair play. Aliás, foi possível avistar outras aves enquadradas na paisagem de Xisto, como Lambrettas e Heinkels.


Por último fazia uma década que não acampava. Curiosamente as últimas duas incursões campistas tinham tido destinos vizinhos, Góis e Lousã. Pareceu-me boa altura para voltar a pregar quatro estacas e recordar a sensação de dormir à temperatura ambiente. Claro que quase gelei, mas nem por isso acordei mal disposto.


Para terminar ainda trouxe uma Vespa nova para a garagem, uma PX rubra... bem, é à escala real, mas de... cartão.


Rever e fazer amigos, passear pelos tesouros naturais da região, a solo ou acompanhado, nas doses certas. É este o espírito do IberoVespa. Para o ano conto voltar. Quem sabe se de bigode...