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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Graffiti Lisboeta (IV)





Um graffiti simples, mas que tem mais significado por estar pintado sobre um muro de hospital.


domingo, 29 de março de 2015

Graffiti Lisboeta (IV)






Jogo de sombras. Atrás delas carregam-se expressões. Talvez angústia, medo, revolta, serenidade. Ou loucura. O negro das sombras é o filtro. A luz frontal ficou reservada para iluminar o que não é complexo na imagem: o escudo da LML.



segunda-feira, 16 de março de 2015

Graffiti Lisboeta (III)




Diálogo improvável. Apenas tornado possível pela fotografia. 


domingo, 16 de fevereiro de 2014

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Graffiti Lisboeta





Como intervenção urbana, o (bom) graffiti é uma técnica que se me apresenta ambivalente. Por um lado, em regra não é consentido, o que quase sempre colide com a propriedade privada, valor que merece protecção. Por outro, quando o graffiti transforma para melhor um espaço muitas vezes decadente - o que é raro - , é difícil não lhe reconhecer o mérito como forma de expressão de arte urbana.






Pondo de parte a discussão higienista versus libertária, estes graffitis vivem com a cidade, interagem e interpelam quem por eles passa. Nos 50 anos sobre a morte do maior ícone pop do imaginário norte americano, a Bianca encontrou-se em Lisboa com uma Marilyn Monroe e suas rugas. Duas divas.