sexta-feira, 22 de maio de 2015

NYC






NYC - Numa certa perspectiva é o centro do mundo. Na simbologia da liberdade, da livre iniciativa. Dos arranha céus. Da moderna finança. Do cosmopolitismo. Do 9/11. Da força e raça tão bem esculpidas no bronze do charging bull à frente do New York Exchange.


Manhattan é um pedaço de terra onde se ergue a grande altura uma cidade paradoxal. Cheia de desequilíbrios, mas não só no horizonte. Move-se por linhas de força contraditórias. E, no entanto, é estranhamente unida no orgulho nova-iorquino. Tem tudo. Um concentrado do melhor e do pior. Talvez seja, em simultâneo, a mais avançada e mais arcaica das cidades avançadas. 


A mobilidade é só um dos exemplos destes extremos. Aqui anda-se de quatro formas: a pé, de bicicleta, de SUV. E de V8 (!). A moto é uma raridade. A scooter é uma sub-espécie negligenciada e que quase se confunde com a Vespa. Encontram-se menos scooters do que Porsches ou Maseratis. Que são, por definição, raros. 


Um scooterista aqui é alguém que corre por fora. Um ciclista motorizado, talvez menos louco. Ou bem informado.    















































4 comentários:

Nuno Ferreira disse...

Sem dúvida uma cidade incrível! Belas fotos, parabéns!

Rui Tavares disse...

Realmente um local fantástico. O expoente máximo do capitalismo que por acaso anda a dar cabo da vida a muita gente. Mas a vida funciona mesmo assim, pela redistribuição de riqueza, talvez nem sempre de forma muito homogénea :)

Miguel Sala disse...

Vasco, creio tens mais scooters fotografadas nesta crónica, do que aquelas que eu vi nas 8 vezes que já fui à Big Apple. Cidade maravilhosa. Belas fotos também.

Castanheira disse...

Hummm... nunca atravessei o Atlantico, mas acabei de viajar por Nova Iorque.
Obrigado pela reportagem.