domingo, 22 de setembro de 2013

2ª Regularidade VCL - 2013 (II)






O post que podem encontrar imediatamente abaixo deste, descreve com exemplar clareza a perspectiva do Paulo, enquanto participante desta Regularidade 2013. 

A mim, enquanto organizador, para além do desenho do percurso e de abrir a estrada na Vespa zero, cumpria-me acompanhar o lado técnico da prova, controlos, médias e tempos, coordenando a equipa do Vespa Clube de Lisboa liderada pelo João Máximo. E foi com muito agrado que verifiquei que havia pilotos a levar o desafio da prova à letra, fazendo contas. Só assim se explica que entre o primeiro e o sexto classificado a diferença fosse no final de apenas dezoito pontos, ou seja, dezoito minutos. Depois de três horas na estrada, com navegação por vezes difícil e quatro controlos intermédios. 

Claro que muitos outros guardarão na memória outras histórias, testemunhos de outras motivações, igualmente válidas: a bela paisagem que bordejava a estrada ditou perplexidades e enganos, pretextos para fotografias ou para desviar deliciosos exemplares de pêra rocha, aliviando pereiras alheias. Pequenas quedas sem consequências e duas avarias a ditar abandonos também fizeram parte do cardápio.

No final de uma prova rápida, já que a média de 40 kms/h era difícil de cumprir, o pódio não podia ser mais democrático: em terceiro lugar ficou uma Lambretta, pelas mãos de Luís Marques e com pendura, em segundo uma LML guiada por Nuno Lopes, e em primeiro uma Vespa T5, precisamente a do Rui Tavares, que veio do Porto navegando sem erros para arrebatar o troféu. 

























































Imagens nº 1, 3, 4, 7, 12 : Miguel Lázaro
Imagens nº 5, 8 : Sara Relógio

2 comentários:

Castanheira disse...

Caro Vasco,
Mais uma vez os meus Parabéns por teres posto na estrada, juntamente com o VCL mais uma regularidade Moderna.
Tive o prazer de ter participado nas duas e relativamente à deste ano, tenho a dizer que a achei mais "dura" do ponto de vista físico e um pouco mais exigente em termos de navegação.
Este ano cheguei ao final literalmente "todo partido" e confesso que os ultimos 3 quartos de hora de prova foram penosos e isso reflectiu-se nos tempos da P5 e P6.
De qualquer forma gostei bastante e só tenho pena de não ter disfrutado mais das paisagens popr onde passamos, pois o roadbook, o relógio e uns troços de terra mais exigentes não permitiam grandes distrações.
Era dificil bater a beleza do cenário da chegada do ano passado e respectivo local de convívio, mas ainda assim esteve tudo muito bem organizado e nada existe a apontar.
Espero que o VCL com ou sem a tua ajuda não perca a coragem de manter esta prova no calendário habitual do clube.
Acho no entanto (como já foi comentado noutro post) que o VCL devia no site, ou FB dar mais destaque visual aos seus eventos (fotos, filmes, etc...) para cativar mais entusiastas das Vespas para os seus eventos. Tu acabas por publicitar mais os eventos do VCL no teu blog que o próprio site do clube.
O importante é que estas iniciativas não morram por falta de participantes, em resultado da falta de divulgação, pois são uma excelente forma de se fugir à rotina diária.
Abraço
Castanheira

VCS disse...

Castanheira,

Obrigado pelo teu comentário e feedback sobre a prova.

Concordo contigo que a prova era mais dura este ano, mais sinuosa, mais difícil em termos de navegação, e com cerca de mais trinta por cento de duração em tempo, o que talvez ajude a explicar esse final "penoso" que referes.

A beleza natural do final no topo de Montejunto era impossível de bater este ano, mas globalmente penso que esta edição em nada ficou a dever à de 2012 em termos de riqueza e diversidade paisagística.

Quanto à divulgação, vários participantes têm focado pechas nesse particular, e julgo que as que indicas são justas e justificadas.

Também me parece que seria interessante manter a prova no calendário. Veremos.

Obrigado, mais uma vez, pela tua presença na prova (ainda por cima este ano com pendura !).

Um abraço,

Vasco