sábado, 31 de janeiro de 2015

Lugares





Descobri este lugar no Verão, numa daquelas incursões em duas rodas deixa-ver-onde-isto-vai-dar. 

Para além de beneficiar do ar do mar, é um sítio de raro sossego e paz, onde parece que nada acontece. Ninguém passa. 

Abro um livro para ler em cima das pedras. 

Para o fotógrafo permite as mais variadas tomadas de vistas. E brincar com o enquadramento com uma amplitude pouco habitual. Parece um estúdio enorme, parece que estamos em vários outros lugares, sem sairmos do mesmo espaço. 

Gosto dos tons ocre. Da desordem ordenada das pedras. Das texturas do chão de areia, paus e rocha. E da LML, que ao mesmo tempo que estica o pescoço, dilui-se no meio dos tons da terra.


2 comentários:

Lyp disse...

Estes teus posts mais introspectivos, em locais habitualmente belos com fotos a acompanhar, são dos meus favoritos.

A tua busca desses recantos de serenidade, são um bom pretexto para pegar nas scooters, na Nikon, e ao que parece, em livros também...

Obrigado pela partilha!

VCS disse...

Lyp,

Obrigado pelo teu comentário, tenho mais fotografias deste lugar, talvez faça mais um post sobre ele.

Abraço,
Vasco