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sexta-feira, 9 de junho de 2017

Galizastúrias









Calma. A Bala fotografada num meio elevatório não significa necessariamente avaria. É só um rápido pit stop para a revisão dos dez mil na Oldscooter. A propósito, se quiserem marcar uma revisão na melhor oficina lisboeta de scooters por estes dias, aconselha-se alguma paciência, porque a agenda do outlook vai bater daqui a três semanas, pelo menos. 

Junho é tradicionalmente mês de muitos eventos mototurísticos. Para a semana começa o Lés a Lés e também o IberoVespa, este com bem mais de duzentos inscritos já confirmados.

Como este é um ano sabático no Lés a Lés, decidimos que os dias se manteriam bloqueados na agenda para viajar de scooter entre amigos. Vamos à Galiza e às Astúrias.




 
De mapa Michelin no bolso, para podermos estendê-lo à beira da estrada, se nos apetecer alterar planos.




   

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Pó e Glória - Lés a Lés 2016






Há quem diga que a viagem não tem um valor intrínseco em si. É apenas o que soubermos fazer dela. O que fica dentro de nós. Tendo a concordar com esta visão, porque sempre me interessou o poder transformador da viagem. Grande ou pequena. Para longe ou para perto. Nesse sentido, as imagens gravadas num suporte que não a memória, não sendo dispensáveis, são secundárias.

Penso nisto quando rebobino o filme dos cinco dias de Lés a Lés, em que a equipa número cinco é apenas uma das mais de quinhentas que andaram, quase todas, atrás de nós por um pequeno rectângulo por muitos desconhecido. Que poder transformador terá a viagem para eles ?

Fazer um cordão de cinco dias nas nossas vidas normais a viajar por um país lindíssimo, de contrastes tão intensos, de lugares que nos emocionam de tão belos, já é uma excelente ideia. Acompanhar tudo isso com a cumplicidade de amigos que percebem o quão irracional é lançarmo-nos à aventura de não saber se as pequenas e improváveis máquinas que levamos resistem, é só libertador.

É um acto de redenção preencher cinco dias - que luxo - num dos nossos hobbies preferidos: viajar de scooter em endurance, com um road book precioso e novinho em folha por desbravar, na companhia daqueles que percebem, sem ser preciso explicar-lhes, como é saboroso viajar assim. 
















Fotografia nº 1 : Paulo Ministro

sexta-feira, 22 de maio de 2015

NYC






NYC - Numa certa perspectiva é o centro do mundo. Na simbologia da liberdade, da livre iniciativa. Dos arranha céus. Da moderna finança. Do cosmopolitismo. Do 9/11. Da força e raça tão bem esculpidas no bronze do charging bull à frente do New York Exchange.


Manhattan é um pedaço de terra onde se ergue a grande altura uma cidade paradoxal. Cheia de desequilíbrios, mas não só no horizonte. Move-se por linhas de força contraditórias. E, no entanto, é estranhamente unida no orgulho nova-iorquino. Tem tudo. Um concentrado do melhor e do pior. Talvez seja, em simultâneo, a mais avançada e mais arcaica das cidades avançadas. 


A mobilidade é só um dos exemplos destes extremos. Aqui anda-se de quatro formas: a pé, de bicicleta, de SUV. E de V8 (!). A moto é uma raridade. A scooter é uma sub-espécie negligenciada e que quase se confunde com a Vespa. Encontram-se menos scooters do que Porsches ou Maseratis. Que são, por definição, raros. 


Um scooterista aqui é alguém que corre por fora. Um ciclista motorizado, talvez menos louco. Ou bem informado.    















































sábado, 14 de março de 2015

Pela Serra com o Vespa Clube de Lisboa (III)





Publico aqui as últimas fotos do álbum da Serra deste ano, a partir do quilómetro zero da descida até Unhais, de motor desligado. 

Só com a força da gravidade e na companhia dos ruídos do vento e do atrito dos pneus na serpente de curvas.

Um ruído diferente daquele que usualmente habita o espaço entre os meus dois ouvidos.  








































segunda-feira, 9 de março de 2015

Pela Serra com o Vespa Clube de Lisboa (II)





Mais postais dos relevos da cordilheira da Estrela. Por vezes ao nível das nuvens, invadida por pequenos motores com falta do ar que deixa respirar melhor os homens que os comandam.









































Imagem 10: Júlio Santos