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sábado, 18 de novembro de 2017
quarta-feira, 15 de novembro de 2017
domingo, 12 de novembro de 2017
Prova do Litro 2017 (II)
Em boa hora o Vespa Clube de Lisboa decidiu regressar a Tróia para mais uma edição de Castanhas&ÁguaPé a acompanhar a Prova do Litro. O verão de S. Martinho não nos falhou e quase oitenta (!) participantes também não.
Atravessámos o Sado em ferry quase exclusivo para o Vespa Clube de Lisboa. O calor e a luz do astro aconchegou-nos as almas e motores para o exercício de ecologia anual dos Vespistas: até onde vais com a tua Vespa com vinte centilitros ?!
O Mauro aproveitou a bolina e consta nas crónicas que ultrapassou todos os adversários imobilizando a PX seca como um bacalhau quase no Carvalhal. O Serra distribuía castanhas no atrelado Vespa, enquanto esperávamos pela contagem científica das distâncias percorridas, cortesia do nosso Presidente e sua aplicada equipa. Suspeito que a Bala deva ter ficado a meio da tabela, mesmo assim bastante acima do ano passado. Um destes dias a tabela ficará na rede.
Depois do choco frito e da carne de porco à alentejana fizemos um último sprint para chegar ao ferry no minuto cinquenta e nove.
A fundo.
Um domingo perfeito.
quarta-feira, 8 de novembro de 2017
Prova do Litro 2017
A tradição ainda é o que era, e a Prova do Litro do Vespa Clube de Lisboa volta a Tróia, onde já há uns anos não ia.
Depois de experimentar algumas alternativas, entre as quais a única e irrepetível visita à Margueira, Lisnave, a acarinhada Prova de Outono do Clube regressa à Península de Tróia, com a sua travessia por ferry.
Tróia é conhecida pelas suas rectas planas e intermináveis, ideais para a prática de batota, que consiste em inclinar a Vespa, parada, até encher a cuba do carburador com os restos de combustível, e prosseguir depois de ela parar uma primeira, segunda, terceira ou quarta vez, até à imobilização final. O Vespista que mais longe parar em relação ao ponto de partida será o vencedor. E o último a saborear as castanhas.
É já no domingo, 12 de Novembro, inscrevam-se até à próxima quinta-feira, frio e diversão garantidos.
domingo, 1 de outubro de 2017
Lisbon Beer Week (VII)
Há muito tempo que não me dava tanto gozo fotografar um evento de scooters. A escolha do preto e branco ajudou, mas o mérito vai direitinho para a Fujifilm XT1 e a Fujinon 18 f2.
Fotografar à noite, com a câmera na mão e com tão pouca luz tornou-se quase fácil com esta nova geração de câmeras.
Fotografar à noite, com a câmera na mão e com tão pouca luz tornou-se quase fácil com esta nova geração de câmeras.
O que me fez pensar quão evoluídos estão estes equipamentos, e que diferença fazem uns poucos anos de desenvolvimento.
Na era da película estávamos habituados a que um modelo estivesse à venda sem modificações no mercado por ciclos de vários anos. Nos modelos mais clássicos, por vezes esses ciclos mediam-se às décadas. Basta pensar por exemplo numa Nikon FM2.
Com a electrónica e alguma sofisticação crescente a partir dos anos 90, a concorrência, e também o marketing progressivamente mais agressivo, os ciclos passaram a ser mais curtos, mas ainda assim o material (as câmeras) mantinha bem o seu valor.
Com o digital as coisas mudaram radicalmente. A Terra parece que passou a girar mais depressa em todos os domínios. A desvalorização da generalidade das câmeras (não tanto das boas objectivas) é assustadora, a evolução em cinco anos na era digital é o equivalente a vinte no tempo da película.
Para o fotógrafo é uma era cheia de desafios novos. O digital incentiva a experimentar, a explorar, a errar e corrigir. Tentativa, erro, correcção. Sem custo, ou com um custo negligenciável. Isso é, inegavelmente, uma vantagem para todos.
Mas talvez ainda melhor é a qualidade de imagem e a sofisticação para o entusiasta, com a progressiva maturidade do digital. Esta XT1 foi lançada há uns três anos. Custa hoje no mercado de usados praticamente um terço do que custava quando saiu. Parece que, no digital, estamos sempre a falar de algo descartável. Usa, rápido, muito e deita fora. Ou troca. Talvez seja assim para a maioria, e é compreensível. É quase tão cruel como a desvalorização do material informático, ou dos telemóveis. Talvez tudo o que é digital, na verdade.
Algo me diz, porém, que por um lado o desenvolvimento actual nestas gamas já ultrapassa o que um fotógrafo entusiasta médio precisa no mundo real. E, por outro, que daqui a dez anos vai continuar a valer a pena fotografar com estes equipamentos.
Algo me diz, porém, que por um lado o desenvolvimento actual nestas gamas já ultrapassa o que um fotógrafo entusiasta médio precisa no mundo real. E, por outro, que daqui a dez anos vai continuar a valer a pena fotografar com estes equipamentos.
Para mim é estranho, porque as câmeras nunca foram descartáveis, a não ser as que tinham esse mesmo propósito - aquelas Fuji e Kodak de plástico e cartão.
Tive várias Nikon, entre elas duas D200, a última ainda a tenho e utilizo. E continuo a gostar, embora não haja como disfarçar que o tempo passou por ela. Já nem sei, mas tem talvez uns dez anos. Hoje já não vale dez por cento do que custava nova, mas ainda é uma câmera competente e sólida. Fotografo ainda com ela, mas cada vez mais em ambiente muito específico - quase só algum desporto motorizado. Já não sai de casa na mochila com todo o arsenal pesado simplesmente porque pode apetecer fotografar.
Tive várias Nikon, entre elas duas D200, a última ainda a tenho e utilizo. E continuo a gostar, embora não haja como disfarçar que o tempo passou por ela. Já nem sei, mas tem talvez uns dez anos. Hoje já não vale dez por cento do que custava nova, mas ainda é uma câmera competente e sólida. Fotografo ainda com ela, mas cada vez mais em ambiente muito específico - quase só algum desporto motorizado. Já não sai de casa na mochila com todo o arsenal pesado simplesmente porque pode apetecer fotografar.
Com a XT1 o caso é mais complicado. É mais pequena, mais leve, e não menos sólida. Paradoxalmente é quase toda manual mas mais simples, e com apenas a 18 f2 no saco, sem zooms, é estranhamente nostálgica. O tacto é todo ele mecânico no que interessa. Reconciliei-me nalgum entusiasmo perdido algures com a fotografia com esta câmera. É um objecto que dá gosto manusear, explorar, utilizar. Muito mais, em certos aspectos, do que a D200, tenho que admitir. E tem uma diferença para a D200: até olhar para ela e para os seus detalhes é tempo bem empregue. Algo me diz que talvez fique uma década, como a D200. Talvez até mais.
Nesse aspecto, a minha abordagem é quase a mesma do tempo da película. Quase nunca compro novo, e mantenho muito tempo, em especial na era supersónica do digital.
Quem quer o último grito, hoje, tem que estar quase todos os anos na loja. Pode comprar a XT2 (pelos tais três terços de preço, cerca de mil e seiscentos euros), que está agora a fazer um ano de idade.
Mas talvez para o ano esse fotógrafo tenha que comprar a XT3 para se manter actualizado.
Convém que tenha bolsos fundos.
Que correria.
Convém que tenha bolsos fundos.
Que correria.
sexta-feira, 29 de setembro de 2017
segunda-feira, 25 de setembro de 2017
domingo, 24 de setembro de 2017
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