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quarta-feira, 2 de junho de 2010

3,...2,...1...Lés!


Tudo pronto para arrancar. Finalmente fui buscar a SYM à MotoTorres, por indicação do importador Red Moto.

Não há segundas oportunidades para causar uma boa primeira impressão. E a CityCom 300 não desperdiçou a sua. Seguem-se dois mil quilómetros, estrada suficiente para confirmar ou rebater o sorriso inicial. Então até já... 




domingo, 2 de maio de 2010

Sym, de Trezentos no Lés-a-Lés de Dois Mil e Dez

(imagem cedida por Ernesto Brochado)

Não é novidade que prefiro não repetir scooters no Lés-a-Lés. Em 2008 levei a Granturismo. Em 2009 comprei a Helix propositadamente para o efeito. Em 2010 quis variar e não reincidir nas receitas anteriores.

Lancei o repto ao importador em Portugal de um construtor em forte crescimento no nosso mercado. Desconfio que não é só pela fonética feliz, em português, que o nome da marca gera simpatia. O modo aberto como a SYM, através da Red Moto, aderiu ao desafio demonstra algo que valorizo: espírito entusiasta e confiança no produto. O que talvez ajude a explicar parte das razões do sucesso comercial de que tem vindo a beneficiar. 

O Offramp está habituado a Lambrettas vibrantes, Vespas rotativas, Heinkels luxuosas e Hondas de sofá. Este Lés-a-Lés representa uma nova experiência scooterística: viajar numa scooter de Taiwan de roda alta da nova geração, com motor encorpado, injecção de combustível e pose de all rounder. Durante cerca de cinco dias e dois mil quilómetros de estradas tortuosas de asfalto, gravilha e terra, estarei entregue a uma SYM Citycom 300 i. Será a primeira vez que, no Lés a Lés, terei vinte e três cavalos às ordens do meu punho direito. Conto com a experiência de quase 50 anos de história da SYM para me assegurar que nenhum deles dormirá durante a prova.



(imagem: soloscooter.com)

quarta-feira, 20 de maio de 2009

“You meet the nicest people on a… Symba?!?”


Pode não parecer mas é uma pergunta de cultura geral: já ouviram falar da Honda Cub ? Se a vossa resposta for negativa seguramente não são seguidores do fenómeno das duas rodas. É que 60 milhões de pessoas têm ou já tiveram uma. É só o veículo motorizado mais vendido no planeta Terra, com presença ininterrupta no mercado desde 1958.

Apesar deste histórico ímpar, há uma óptima desculpa para quem não acertou. É que a Honda não vende a Cub nem na Europa, nem nos EUA há décadas. O que significa que encontrar uma nas filas de trânsito ou nalgum celeiro abandonado é um mero exercício de remota probabilidade matemática. Para desgosto de muitos aficionados do modelo, entre os quais se inclui o autor destas linhas.

Um pouco ao jeito do que fez a indiana LML com a descontinuada Vespa PX, a SYM, gigante construtor de Taiwan, acaba de lançar no mercado norte-americano a Symba, fortemente inspirada nos princípios de simplicidade e design característicos do ícone Honda Cub.


A julgar pelo entusiasmo gerado em torno do projecto do importador nos EUA, que vai começar a vender a Symba no final de Maio de 2009, está encontrada uma digna sucessora, para aquele mercado, do modelo idealizado por Soichiro Honda.


Convém não esquecer que a própria SYM já havia produzido a Cub para a Honda em alguns mercados específicos, tal como a LML o fizera anteriormente para a Piaggio com a PX.


Este facto faz presumir com alguma segurança que a SYM aprendeu com a experiência, domina o conceito, está atenta às necessidades e exigências do cliente e vai impor padrões de qualidade condizentes com a importância do desafio.


Para isso conta com uma scooter robusta e económica, de quatro velocidades semi-automáticas, com um monocilíndrico a quatro tempos de 101cc, capaz de se lançar a estratosféricos 85kms/h num embrulho que se mantém cool há cinco décadas.


Por mim, bem gostaria de poder dizer sym a uma Symba. Como sugeria o mais famoso slogan da Honda, adaptado no título, a empatia é tal que se torna quase impossível não fazer amigos com uma.