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sábado, 15 de junho de 2013

Lés a Lés 2013 - Scuderia Sereníssima





A Sereníssima é uma Scuderia habituada a superar o desafio do Lés a Lés. Muito em especial o Rui Tavares, nos dois anos em que levou a Heinkel, sendo que em 2009 fomos os primeiros a subir à chegada a Castelo Branco, proeza que ainda hoje não voltámos a repetir. Os objectivos para este ano eram os mesmos de então. Divertirmo-nos, procurando cumprir o percurso no tempo concedido no road-book, apesar da desvantagem decorrente da respeitável idade e limitada performace das máquinas, o que é para nós uma motivação adicional.

Sucede que este ano tivemos dois factores novos na equação.

Por um lado, a presença de mais uma Vespa, uma P177, nas mãos do Paulo também do ScooterPT, que fez a viagem para norte comigo. O Paulo estreava-se num Lés a Lés, tinha um companheiro de equipa emparelhado pela organização que nunca compareceu à hora no palanque, e corria com o número dezassete no escudo. Ou seja, logo atrás da nossa equipa, a dezasseis.

Por outro lado, o quarteto de Lambrettas do ScooterPT. Também com números contíguos ao nosso, o catorze e o quinze. 

Com este grupo de sete junto na estrada e nas pausas, era natural a empatia, a cumplicidade e até a similitude de andamento, já que se tratava de seis scooters clássicas, com a CN a ser, como habitualmente, o corpo estranho, o ovni pré-clássico, a única automática e a quatro tempos.




As participações da Sereníssima têm-se saldado, no máximo, por atrasos de vinte minutos a meia hora no final das etapas. Este ano, na primeira etapa perdemos cerca de uma hora e um quarto, mas com um furo pelo meio e ainda falta de gasolina, sempre na T5.

Na segunda etapa, o atraso ultrapassou as três horas (!). A DL do Totti fez uma birra de carburação perto de Mombeja, voltámos a limitar o andamento pelos problemas de excesso de consumo da T5, quase duplicámos as necessidades de reabastecimento, e o Rui ainda teve que compensar "no braço" um amortecedor partido. Experimentei a T5 durante a prova e fiquei a admirar ainda mais a condução regular e segura do Rui, algo que manifestamente me senti incapaz de fazer nos quilómetros em que conduzi a T5 Pole Position.

Os intercomunicadores que tínhamos testado com sucesso na Serra não funcionaram. Voltámos a usar, e com sucesso, as velhas técnicas de comunicação em andamento. De poucos gestos precisámos, tal é o entendimento da equipa. Obrigado, Rui !





Apesar de todas as vicissitudes, e até da simbólica falta de luz nos leitores de road-book na parte final da etapa já noite fora em Aljezur, a verdade é que chegámos. E acreditem que, numa perspectiva humana, de convívio, espírito de entreajuda e coesão de grupo, talvez tenha sido um dos melhores Lés a Lés de sempre. Foi enriquecedora a experiência, com vários personagens novos num contexto diferente, perfis distintos mas complementares no seio da equipa alargada. Com o perfume extra que emergia da incerteza quanto à fiabilidade de Lambrettas com quase meio século. Pela primeira vez em vários anos, saí de um Lés-a-Lés com a motivação certa para inscrever-me já no próximo.



Imagens 1, 2 e 4 adquiridas aos fotógrafos oficiais.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Lés a Lés 2011 - Imagens (II)



A imagem que abre este tópico e encerra o tema Lés a Lés 2011 permite-me mostrar-vos, através deste pequeno cenário, três aspectos distintivos  deste passeio singular.

Em primeiro lugar remete para o Portugal esquecido, que não conhecemos nem valorizamos.

Depois, permite ilustrar uma realidade que é simultaneamente presente e passado: o espaço físico que aí vêem estará totalmente submerso por uma barragem dentro de meses, o que representa uma opção humana irreversível, em que o elo mais fraco no conflito de interesses é o espaço natural, muito mais vasto e valioso do que a própria imagem sugere.

Por fim, mostra-nos as pedras e o cavalo que as percorre, a máquina cúmplice e que tudo testemunha. Em quem depositamos confiança para nos levar a ver o filme do percurso em linha, até ao fim. A Helix no caminho das pedras.

Falta aqui o elemento humano, mas esse está atrás da máquina fotográfica, a um tempo observando e participando no contexto. Também faz parte do cenário, mas fica fora da fotografia. Porque a realidade é sempre mais rica do que a imagem que dela gravamos.

 
Reportagem Omnipresente

Vale do Sabor,
pela última vez antes da barragem
Cerejas em Alfândega da Fé. 
Às 6h 55 da manhã (!)

 
Opção 1 : Homens - Opção 2: Meninos

Acesso à aldeia de Cilhade.
Vai ficar 80 metros abaixo do nível da água

BMW GS atrapalha Vespa

Rio Sabor. A cota da barragem será de 234 metros.


Controlo Secreto 3,
cruzando o Douro em Barca D´Alva



Vespa em Apuros...

Hugo:  0 - Areia:  1



Ao fundo, Ponte de Sequeiros, Séc. XIII

Monsanto, aldeia mais portuguesa de Portugal


Calor Espanhol


Ponte de Alcântara, com 1905 anos - Espanha


A bela Castelo de Vide, vista do alto da Srª da Penha



Chegada a Castelo de Vide, 2ª Equipa no Palanque


Fim de Etapa

Linha perto de Nisa, início da 2ª Etapa

 
Passagem a Vau na Ribeira da Seda
(MotoXplorers)


Estradão de terra perto de Benavila


Ponte do Ervedal sobre a Ribeira de Avis.
Réplica à escala da  25 de Abril, já foi de
madeira tendo sido reconstruída
 em metal após um incêndio.


Alentejo a rolar


Alentejanos na sombra da Igreja 



Gaspacho para o almoço, às 11h20 da manhã.

Aspecto das Ruínas Romanas de S. Cucufate, Vidigueira

Campo de Girassóis - Imagem H. Oliveira


Girassol



Linha perto de Ourique-Gare



Estação de Ourique-Gare

Entrada no Algarve


Vista da Subida Impossível

Momento da Chegada a Lagoa para o palanque, e para um
grande abraço ao Rui Tavares - Imagem Rui Tavares

Último metro do Lés a Lés 2011 - Imagem Rui Tavares


As Sprint e pilotos em Lagoa,
cansados mas felizes.

Mais amigos à chegada, numa equipa que usou
exemplares das minhas duas scooters:
Vespa GTS 300 e Honda CN Helix.


domingo, 10 de julho de 2011

Lés a Lés 2011 - Imagens


 
Em coerência com a austeridade que é imagem de marca de dois mil e onze, não vou elaborar uma crónica extensa sobre o Lés a Lés, nem sequer legendar com a habitual generosidade algumas das imagens que a viagem me permitiu fazer. O marcador Lés a Lés no blog permite-vos navegar até aos anos anteriores, retrocedendo até dois mil e oito. Não obstante esta frugalidade intencional, a verdade é que não faz sentido manter todos os jotapégs no meu disco rígido externo sem partilhar alguns desses instantes. Não há muitas imagens, façam de conta que são Polaroids

Douro à esquerda, a caminho de Mogadouro

Afinal, a CN é um canhão! Verificações Técnicas

Paulo Salgado & Hugo Oliveira

Quiz: Quantas malas na imagem ?

 
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Verbo Ir


Cedo e Madrugada


Entrada para o Prólogo, atrás de amigos.


Ladeando a Barragem de Penas Róias


Afinação em Compressão e Extensão... :)


Paraíso - Campos em Penas Róias


Tractor em Algosinho - Imagem H. Oliveira


Antiga Estação de Urrós



Encosto de Palha

Antiga Estação de Urrós (II)