sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
domingo, 4 de dezembro de 2016
Bala Anfíbia
Peniche, junto ao porto de embarque para as Berlengas, 3 de Dezembro de 2016.
Esta composição pode ser complexa e algo confusa, com linhas divisórias verticais e horizontais a partir a imagem em várias. Porém, gosto da energia das linhas verticais, e da ilusão de ver a Bala quase a planar sobre as águas.
O dia estava tão chuvoso e escuro, e a textura e cor dos temas são tão específicos que a imagem original saiu da câmera praticamente a preto e branco. Este ficheiro foi depois retocado em cor e saturação.
sábado, 3 de dezembro de 2016
Céu do Carvoeiro
Tenho uma certa aversão a selfies, mas hoje fiz esta fotografia com este céu dramático no Cabo Carvoeiro, numa curta trégua da chuva. Ao fundo, as Berlengas. Em segundo plano, a Varanda de Pilatos. E em primeiro plano, a Bala e eu. O enquadramento podia ser afinado, mas o vento varria o chão com violência e não houve oportunidade de melhorar. As cores também são as naturais.
domingo, 27 de novembro de 2016
Água Pé ao Litro (IV)
Últimos postais da Prova do Litro. O álbum deste ano tem mais fotografias de acção do que é habitual. Talvez fruto do voraz apetite da Bala.
domingo, 20 de novembro de 2016
terça-feira, 15 de novembro de 2016
Água Pé ao Litro (II)
Mais postais da Prova do Litro.
O encontro deste sábado estava marcado para manhã cedo, no Cais Fluvial de Belém. O edifício dos anos trinta tem o seu interesse. Gosto especialmente da torre, com o relógio a tons de vermelho escuro, e as letras que compõem a palavra "Belém", apostas na vertical e na mesma cor sobre as suas janelas viradas ao Rio Tejo.
Esta zona é especialmente nobre na cidade encostada ao rio, com um número considerável de relevantes atrações turísticas num raio de algumas centenas de metros. A última das quais o recentíssimo Maat.
Porém, esta área que envolve mais de perto o cais está longe de representar em si uma atração turística, o que talvez a torne mais simpática para os lisboetas.
Gostei, por isso, que nos encontrássemos na esplanada do lado oposto ao cais. Pareceu-me um sítio com potencial para futuros encontros informais no âmbito do clube. E estamos perto, também, da nova sede, precisamente em Belém.
É também em Belém que no próximo sábado teremos uma assembleia geral electiva no Clube, onde a equipa tão bem liderada pelo João Máximo, em tempos especialmente exigentes, irá passar o testemunho, depois de oito anos de abnegação e serviço de que todos beneficiámos, e que não quero deixar de agradecer.
Não imagino o trabalho, dedicação e carolice necessários para guiar uma instituição como o Vespa Clube de Lisboa por oito anos, e tenho o maior respeito e admiração por quem o faz de forma séria e altruísta, para que outros, os sócios, possam beneficiar de tudo o que representa manter o Clube a funcionar e com vitalidade.
A Prova do Litro 2016 representou, assim, a última iniciativa do Clube sob este mandato, e é por isso da mais elementar justiça que se registe aqui este agradecimento.
Obrigado João e a toda a equipa do Vespa Clube de Lisboa.
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
Água Pé ao Litro
Num tempo em que as energias verdes estão na ordem do dia, o culto da gasolina pode parecer anacrónico. Parece e é. Deliciosamente anacrónico. Numa prova como a do Litro, o desfasamento com a realidade é ainda potenciado pela tendência crónica do VCL para realizar eventos que parecem destituídos de bom senso. A ida à Serra da Estrela no pico do inverno é um deles. E a Prova do Litro acompanha outro exemplo de acontecimentos que parecem patetas, mas que - se calhar por causa disso - nos dão um gozo especial num mundo levado demasiado a sério.
O erro de cronologia é simples: esvaziar um depósito para o encher apenas com metade de um copo de gasolina, empurrar a scooter à mão até à linha de partida, arrancar e esperar que a máquina não se engasgue de forma embaraçosa, demasiado perto dessa mesma linha de partida. Ou então optar por ir a fundo e parar antes de chegar à quarta. Eu nem completei uma volta ao circuito desenhado nas instalações dos Comandos em Paço d´Arcos. Ao que parece, houve quem desse mais de cinco voltas. Está rica, a minha mistura.
O erro de cronologia é simples: esvaziar um depósito para o encher apenas com metade de um copo de gasolina, empurrar a scooter à mão até à linha de partida, arrancar e esperar que a máquina não se engasgue de forma embaraçosa, demasiado perto dessa mesma linha de partida. Ou então optar por ir a fundo e parar antes de chegar à quarta. Eu nem completei uma volta ao circuito desenhado nas instalações dos Comandos em Paço d´Arcos. Ao que parece, houve quem desse mais de cinco voltas. Está rica, a minha mistura.
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